quarta-feira, 15 de junho de 2011

YEEEEEHHHHH

Estou em contagem decrescente. É já 6ª feira!!!!! Férias. Estou mesmo necessitada. Preciso descansar, preciso de não ter horários, de curtir com os 4 miudos até mais não, de me sentir bronzeada, de fazer uns quantos abdominais e andar muito, de ir para os parques aquáticos que eu tanto adoro (embora o mais pequeno morra de medo), de conviver com amigos (que este ano vão ser mesmo muitos), de beber um pouco à vontade, de fazer churrascos, de andar mais despida do que vestida.
Preciso de ter tempo para nos deliciarmos um ao outro, para conversas pela noite dentro, para risadas tão nossas, para praticar muito para a menina (hehehehe).
Preciso sentir-me bem comigo novamente. Sentir-me viva, ganhar propósito de vida, lutar pelo que quero, e vir revigorada, porque esta vida profissional tal como está, mata-me. Não me realiza e eu também nada faço para mudar.
Portanto estas vão ser as férias de ouro. As melhores de todas.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Ai que vida ....

Vocês sabem que tenho andado numa maré de azar não é?
Pois então calculem que passei o dia de ontém e de hoje nas compras!!!!
Foram tops, saias, sandálias, brincos, pulseiras, malas... enfim uma canseira.
Estou mesmo tristinha hehehehehe

domingo, 12 de junho de 2011

hehehehe

Ora pois bem, um fim de semana cheio de horas a dormir, bares, compras.
Aiiiii... já tinha muitas saudades. E estamos todos em contagem decrescente para as férias:)

Agora vou ali fazer mais umas comprinhas de uns trapitos e volto já. Divirtam-se!

sábado, 11 de junho de 2011

Azar é...

... Existirem uns com tanto e outros com tão pouco. Azar é que aqueles que têm muito não dão valor ao que têm e os outros vivem na sombra que lhes chegue algum pedaço. Azar é ouvir as palavras dos meus irmãos, da minha mãe a dizer que afinal ele mudou. Afinal ele já não é a besta a que me habituei.
Azar é ouvir o gajo cá de casa a dizer que agora a relação está melhor, que finalmente poderemos ser pai e filha.
Azar foi ter ponderado isso. Ponderado que se calhar eu era a orgulhosa, teimosa, que não queria dar o braço a torcer. A durona que não tinha disponibilidade para baixar as guardas.
Azar é ter a minha mãe doente e ter ido falar com ele. Com aquele homem que todos dizem ter uma maturidade que eu não conheço nem reconheço.
E para quê??? Para constatar uma vez mais que esse homem de que me falam não existe. Ou então existe mas não para mim. O que ganhei com isso? Mais humilhação, mais mau trato! Mais lágrimas que teimavam em correr pela cara abaixo.
Azar é ver que com 30 anos não tenho um pai. Tenho uma figura de pai, um projecto de pai, um personagem que desempenha muito mal o seu papel. Sempre o fez!
Azar é pensar que se aos 30 anos, e após mais de 6 anos sem nos ofendermos, não podemos ter uma relação normal, nunca o iremos ter.
É complicado. O que mais gostava é que ele olhasse para mim como filha, como alguém que é do sangue dele, que o ama, mas isso não vai acontecer. Nunca aconteceu, e depois de ontém muito menos.
Sorte, sorte tem a Sofia que não tem pai. Que desapareceu na esfumaça do tempo. Que embora vivo, está morto para ela há muito tempo.
O sofrimento temo-lo as duas. Mas eu sou obrigada a conviver com esta erva daninha, que se entranha na minha vida.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Mulheres de sucesso

Quase todos os meses a Happy publica um artigo sobre mulheres muito bem sucedidas a nível profissional que se sentem vazias, desesperadas, que têm AVCs e tromboses.
Faz-me um bocado de confusão. Como é que alguém, que às vezes em tão tenra idade, tem um cargo profissional bom, com ordenados brutais, se sente vazia, oca, sem motivação.
Será que acreditam naquele cliché de "quem manda não faz nada"? Será que no percurso até ao topo nunca pensaram que quem vive para o trabalho não tem vida pessoal?
E depois, depois ainda é pior. Como é que alguém que já teve tudo isso vira costas, despede-se, muda de trabalho para uma loja da esquina ou uma imobiliária???
Como é que se consegue virar costas a tudo o que se perseguiu anos a fio??
A mim não me entra na cabeça.

Hoje é assim

Hoje estou com muito sono. Reflexo de uma semana inteira a deitar tarde e a levantar cedo.
Estou a precisar de férias. Férias venham rápido!!!!!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Traições...

Já quase todos fomos traídos, traímos, perdoámos e odiámos. Qual a postura correcta? Não sei sequer se existe tal coisa. As relações são flutuantes, mutáveis e altamente variáveis.
Todos sabemos que aquela loucura dos primeiros tempos... as borbuletas no estômago... a ansiedade por ver o outro é básicamente esmagada pelo convívio a dois, pelas rotinas, pelas tarefas acrescidas de trabalho, casa e muitas vezes filhos.
Toda a gente fala que o amor vence tudo. Não acredito nisso! Acho o amor algo muito volúvel. O que amamos muda consoante a nossa experiência de vida. Para mim, o que fortalece uma relação é a cumplicidade, o conhecer do outro, o companheirismo, a aventura, a conquista constante e o sexo. Tudo isto faz com que as primeiras sensações se perpetuem.
Mas não é fácil. (Também nínguem disse que seria). Mas o mau é quando existe uma traição. O que valorizar? O envolvimento sexual? O envolvimento emocional? Ver o que levou o outro a fazer isso? Ver o que nos levou a fazer isso? E contar ou guardar segredo? Perdoar e tentar reconstruir uma relação ou não perdoar e mudar de vida com outra pessoa?
É um assunto delicado. Existem 1001 motivos para a traição. E 1001 motivos para quem perdoa e para quem não o faz. Que me dizem vocês? Perdoavam se fossem traídos? E se traíssem, contavam???